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Torres Novas participa nas Jornadas Europeias do Património

Em Ribatejo Cool

As Jornadas Europeias do Património, iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia que envolve mais de 50 países, acontecem no âmbito da sensibilização dos povos europeus para a importância da salvaguarda do Património. Neste sentido, cada país elabora anualmente um programa de atividades a nível nacional, a realizar em setembro, acessível ao público gratuitamente.

O tema das Jornadas do ano 2021 é “Património inclusivo e Diversificado”, celebrando a diversidade, de pessoas e de experiências, e alertando para o tópico da inclusão, ao lembrar a urgente remoção de barreiras à participação devido às dificuldades de acesso físico, social, económico ou intelectual.

Em Torres Novas, assinala-se a data com um programa especial, para públicos diversos, construídos com parceiros locais e nacionais, das artes e da ciência.

Por todo o país, há atividades a decorrer a partir do dia 24 de setembro: http://w3.patrimoniocultural.pt/jep2020/digital/

Para mais informações, os interessados podem aceder às redes sociais do Museu Municipal Carlos Reis, ou contactar diretamente para: 249 812 535 | museu.municipal@cm-torresnovas.pt

27 a 30 de setembro

O mistério do Puzzleto, de Vitória Duarte (antropóloga)

Oficina de bioantropologia para o público escolar (2º e 3º ciclos)

Por marcação: 249 812 535 | museu.municipal@cm-torresnovas.pt

Local: Museu Municipal Carlos Reis

Duração: 90 minutos

Nesta oficina prática, onde o esqueleto se transforma num puzzle, vamos observar as coleções de ossos humanos patentes no Museu Municipal Carlos Reis e ficar a conhecer os 206 ossos do esqueleto e para que serve cada um deles.

Aqui não se querem nem cérebros nem esqueletos parados!

2 de outubro | sábado

10h30 às 19h30

Playground_7, de Gil Ferrão  (integrado no festival Pó Suspenso)

Instalação interativa

Local: Largo do Paço

Produção: Colectivo249

Trabalho com objetos que de alguma forma me remetam para uma sensação de equilíbrio, movimento, algo que possa ter uma interação física comigo. A composição dos objetos acontece com um propósito interativo e intuitivo. As formas e as matérias que recolho ganham vida na pintura, um meio virtual que funciona como rampa de lançamento de um objeto de forma a, posteriormente, ser criado, exposto e manipulado.

Aproprio-me de objetos reconhecidos por todos, de forma a criar uma ligação de proximidade com o público e com o contexto expositivo.

É testado o potencial performativo de cada objeto, de forma a fomentar a criatividade e imaginação do espectador participante.

O público cria uma performance ao estabelecer uma relação física com o objeto. Seja um toque, um gesto, um movimento. Torna-se performer, co-autor, participante ou praticante. As obras rolam, desenrolam, rodam, riscam, desenham. Ou balançam, mergulham, sobem, descem.

O meu trabalho assemelha-se a um reflexo, extensão, ou catalizador, do pensamento do performer. A intuição do nosso gesto conduz a interação entre o nosso corpo, e pensamento, e a obra.

Necessitamos de estar ligados à terra. Envolvermo-nos, como humanos, com o nosso corpo. Perdemos a mobilidade, a vontade, a experiência e a liberdade.” Gil Ferrão

15h00

Museus e Bioantropologia: conservação, estudo e valorização das coleções osteológicas humanas

Mesa-redonda com Susana Garcia, António Matias e Vitória Duarte

Susana Garcia, curadora das coleções de antropologia do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa) e coordenadora do OSTEOLAB – Laboratório de Osteologia Humana (ISCSP, Universidade de Lisboa). A antropóloga Susana Garcia é Professora Auxiliar da Universidade de Coimbra nas áreas da Osteologia Humana, Antropologia da Saúde, Ecologia e Diversidade Humana e Metodologia de Investigação em Ciências Sociais.

António Matias, arqueólogo e antropólogo especializado em Bioantropologia, a desempenhar funções no município de Santarém nestas áreas no campo da gestão patrimonial e investigação.

Vitória Duarte, antropóloga especializada em Evolução e Biologia Humana, é colaboradora do Centro de Investigação em Antropologia e Saúde da Universidade de Coimbra e encontra-se a desenvolver projeto de investigação e divulgação de ciência no Museu Municipal Carlos Reis.

Local: Museu Municipal Carlos Reis e on-line no facebook do Museu

Duração: 60 minutos

Parceria: Museu Municipal Carlos Reis, Museu Nacional de História Natural e da Ciência de Lisboa, ISCSP, Município de Santarém e Museu Municipal de Santarém

3 de outubro | domingo

16h00

O mistério do Puzzleto, de Vitória Duarte (antropóloga)

Oficina de bioantropologia para famílias | maiores 10 anos

Lotação limitada a 15 participantes

Por marcação 249 812 535 | museu.municipal@cm-torresnovas.pt

Local: Museu Municipal Carlos Reis

Duração: 90 minutos

Nesta oficina prática, onde o esqueleto se transforma num puzzle, vamos observar as coleções de ossos humanos patentes no Museu Municipal Carlos Reis e ficar a conhecer os 206 ossos do esqueleto e para que serve cada um deles.

Aqui não se querem nem cérebros nem esqueletos parados!

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