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Centenário de Bernardo Santareno com música, teatro e dança este sábado em Santarém

Em Ribatejo Cool

As Comemorações do Centenário do Nascimento de Bernardo Santareno prosseguem este sábado, dia 19 de setembro, com espetáculos de dança, teatro, música, no Convento de S. Francisco e na Sala de Leitura Bernardo Santareno, em Santarém.

NA RUA | Útero Associação Cultural

Sala Multicultural (antiga Sala de Exposições) do Convento de S. Francisco (Entrada pela EPC)

M/06 | 60 minutos I Sessões às 12:00/15:00/17:00

“Na Rua” é um espectáculo pensado para o espaço público. “Apanhar” as pessoas que se deslocam de manhã cedo para o trabalho e que ao fim do dia fazem a mesma coisa em sentido inverso, todos os dias da semana. Todas as pessoas que habitam nos limites da cidade e que entram e saem para trabalhar sem nunca usufruir das possibilidades que uma cidade oferece. Interromper esse percurso por dois ou três minutos.

O objecto é uma “pequena acção” onde um performer e um espectador desenvolvem uma relação íntima ao longo desses breves minutos. Objecto oval de ferro com um envolvimento em acrílico e com duas entradas para a cabeça de um performer e um espectador.

As cores garridas fazem prever uma situação divertida e de lazer. É esse contrataste entre essa espectativa e a história escrita por José Luís Peixoto que é contada. Uma história curta com um grande poder dramático e de reflexão sobre o espaço público.

Utilização de texto de autoria de José Luís Peixoto.

DANÇA NA RUA | Útero Associação Cultural

Local: Claustros do Convento de S. Francisco

M/06 | 25 minutos I Sessões às 11:00/ 11:30/ 18:00/ 18:30

Subtítulo “Do Corpo Vejo O Luar” – Variação da peça “Dança Na Rua” em relação com a obra de Bernardo Santareno.

As palavras de Santareno têm ritmos, têm corpos, que lutam por uma razão de ser num mundo sempre em transformação.

Este espetáculo vai-se repetindo na rua onde as pessoas fazem a sua vida quotidiana. 

Desarruma esse lugar por um dia para lembrar um autor que transformou a forma de olharmos a cidade de Santarém. As lezírias serão sempre este lugar misterioso onde a animalidade dos homens se confunde com a animalidade dos animais.

Seremos sempre pessoas curiosas daquilo que nos transcende e eleva para lugares que desconhecemos. Conhecer Santareno será sempre conhecer linhas de sinais contrários que só uma esfera poderá revelar um milímetro daquilo que é o mundo e que somos nós.

Performance de dança e música.

Música de improviso em saxofone por Ricardo Toscano.

Corpus Rei Publicae, de Nuno Labau I Performance

Local: Sala de Leitura Bernardo Santareno

M/16 I 25 minutos I 19h30


Há alguns anos que descobri que o meu corpo é um de um activista. As posições que ele encontra tem sempre expressão do Mundo que me envolve, sendo dotadas do eufemismo da política. Esta performance, da serie de performances da “Violência das Coisas Insensíveis” remete para este corpo no quotidiano estimulado pela simbologia política de que se envolve, sendo esta tão presente na cena actual. A ideia da queda, e da falha, é uma compreensão do regime capitalista que vivemos, e as suas imensas falhas, e os seus imensos buracos onde os corpos tão commumente caem. Em paralelo, a ideia da comunicação que tanto tem mudado, nos últimos meses, é obviamente um mote nesta performance, recorrendo às plataformas digitais numa ideia de comunicação falível.

Ficha técnica:
Criação e Interpretação Nuno Labau | Estrutura Nuno Labau | Ideia de Figurino
Nuno Labau | Composição Sonora João Casaca | Videografia Miguel Mateus | Desenho de Luz aproximado Nuno Labau

Marco Rodrigues | Copo Meio Cheio

Sáb, 19 set | 21h30 | Convento de São Francisco

Música | Classificação Etária M/06 | Duração 01h15

Marco Rodrigues apresenta ao vivo “Copo Meio Cheio”, o seu novo disco, sucessor de “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino.
“Copo Meio Cheio” é um trabalho desafiante que levou o fadista a convidar uma série de compositores e letristas da música pop nacional, como: Diogo Piçarra, Agir, Carlão, Capicua, Luisa Sobral, Marisa Liz e Tiago Pais Dias (Amor Electro), Guilherme Alface e João Direitinho (ÁTOA), Boss AC, Pedro da Silva Martins (Deolinda), entre outros.
Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.

Todos os eventos têm lotação limitada, de acordo com as orientações da DGS.

Entrada mediante levantamento de bilhete no local, por ordem de chegada

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