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Carteiros em luta por condições de trabalho dignas – Há 100 mil correspondências por distribuir em Santarém

Em Sociedade

Há mais de 100.000 correspondências por distribuir no Centro de Distribuição Postal dos CTT em Santarém, afirma o SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações num comunicado enviado à redação do Mais Ribatejo. Entre aquelas correspondências estão registos, faturação de água e eletricidade, reformas, jornais e outras publicações.

Os carteiros de Santarém, Alpiarça e Almeirim continuam em luta por condições de trabalho dignas e o Sindicato salienta que esta correspondência está por distribuir, “mas não devido à Greve diária de 2 horas dos Carteiros que servem os Concelhos de Santarém, Alpiarça e Almeirim”.

A greve parcial de duas horas diárias (das 8h30 às 10h30) começou no dia 8, e irá prolongar-se, para já, até 30 de Setembro.

O SNTCT sublinha que “a greve acontece precisamente para contrariar o motivo da acumulação que – só não vê quem quer – se deve ao facto de estarem 12 carteiros em falta naquele Centro de Distribuição Postal e a gestão dos CTT nada fazer, propositadamente, para resolver o problema”

O SNTCT afirma que faltam 12 carteiros no centro de distribuição postal de Santarém, que serve os concelhos de Santarém, Alpiarça e Almeirim. Segundo o Sindicato, 12 é o número para o país e os cidadãos. mínimo de reforço de pessoal necessário para que os CTT cumpram as suas obrigações, com o mínimo de qualidade. “Isto, se entretanto, os carteiros que estão ao serviço não caírem de exaustão como previsivelmente irá acontecer se os CTT persistirem em poupar nesses 12 salários”, afirma o Sindicato.

Os carteiros em luta, não desistem unanimemente, da luta pelo preenchimento dos postos de trabalho vagos e necessários e, os cidadãos têm que o saber, por um Serviço Postal digno, de qualidade e que respeite de forma responsável as necessidades das populações, adianta o comunicado.

Os trabalhadores estão à porta das novas instalações – para onde foram “chutados” sem quaisquer condições de trabalho num armazém na zona industrial de Santarém, após a venda do edifício no centro da cidade ao Isla Santarém – todos os dias das 8h30 às 10h30 como forma de protesto e também disponíveis para esclarecerem todos os interessados no assunto.

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